Vivemos num mundo que nos pede para acelerar, onde tudo tem que ser para ontem e a cada dia nos é pedido mais e mais e mais e mais depressa.

Os nosso sistema nervoso é bombardeado constantemente com um feed inacabável de notificações e lembretes, à direita, à esquerda, atrás e à frente. Existe tanta coisa para fazer, tantos lugares onde estar, tantas tarefas a desempenhar que os nossos corpos começam a adoecer num grito de pedido para Desacelerar. É como se vivêssemos à velocidade da internet, cada vez mais rápido a cada dia que passa.

O inconsciente colectivo do mundo actual valida “fazer” e se não estivermos a “fazer alguma coisa” e constantemente a alcançar resultados, sentimos que não estamos a cumprir o nosso objectivo ou como se estivéssemos a perder alguma coisa muito importante.

Desacelerar trata de recuperar-mos o nosso ritmo natural. Ao desacelerar e levarmos o tempo que as coisas necessitam e o tempo que nós precisamos para o que quer que seja, recuperamos a nossa capacidade de foco para podermos tomar melhores decisões.

O processo de desacelerar requer coragem e consciência

“The high value put upon every minute of time, the idea of hurry-hurry as the most important objective of living, is unquestionably the most dangerous enemy of joy.”

 

Hermann Hesse

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